Apresentação


 
 

A realização deste Congresso tem como principal objectivo criar um fórum em que, com periodicidade, se institucionem hábitos de discutir os problemas relacionados com a rega e a drenagem, que, nos últimos largos anos se perdeu, e que possibilite, a médio e longo prazo, melhorar o uso e gestão da água de rega, e assim, aumentar a disponibilidade de água para mais regadios, aumentar a produtividade da água e diminuir o impacte ambiental negativo associado à rega.

Levar a que os principais trabalhos que sobre estas matérias vão sendo produzidos pelas unidades de investigação e experimentação do país possam ser apresentados em Portugal, e não apenas no estrangeiro, em congressos, ou revistas internacionais.

Servir de incentivo e pressão a que os critérios de avaliação da classe investigadora possa ser feito não só com base em critérios de internacionalização, mas também com base na sua aplicação às condições portuguesas, e assim levar a que todo esse esforço tenha maiores repercussões no sector produtivo dentro do país.

Servir para potenciar a necessidade do desenvolvimento de estudos sobre as matérias menos estudadas e que necessitam de resposta.

Criar hábitos de apresentação e discussão das experiências de cada um, dos resultados alcançados com os projectos implementados, etc., como forma de formação, divulgação e elevação dos padrões de qualidade na área da rega e da drenagem.

Se estes são os Objectivos traçados para o Congresso Nacional de Rega e Drenagem, os resultados do I Congresso, embora tenham sido bastante positivos, ficaram um pouco aquém daqueles, já que muitos dos objectivos pretendidos só poderão ser alcançados a médio e longo prazo.

De acordo com as conclusões do I Congresso será importante que o II Congresso estimule o aparecimento de comunicações sobre temas como a drenagem, a gestão económica da água e a sociologia da rega, a salinização e a qualidade da água, o ambiente e o regadio, a transferência de tecnologia, Fertirrega/quimirega, automatização, energia e sistemas tarifários adaptados à realidade sazonal da agricultura, linhas estratégicas de dimensionamento de redes colectivas, concepção de projectos, etc., os quais deverão prioritariamente ser apresentados tendo em conta as novas linhas orientadoras do MADRP relativas às culturas prioritárias (fruteiras, vinha, olival e hortícolas) e à produção integrada.

Espera-se assim que o II Congresso Nacional de Rega e Drenagem, a realizar em Junho de 2007 no Fundão (Cova da Beira) irá, por certo, dar mais algumas achegas aos objectivos gerais traçados para este evento, e consequentemente, para o desenvolvimento da rega e da drenagem em Portugal.

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